segunda-feira, 15 de outubro de 2012

O que é Patchwork?

Numa das minhas "viagens" pela net descobri este artigo num blog duma senhora que faz patchwork, como achei interessante resolvi partilhar: 
"O que é Patchwork? Hoje, escutamos muitas pessoas dizendo fazer Patchwork. Mas o que é Patchwork? Vemos trabalhos variados, com variados acabamentos! Será que tudo em tecido é Patchwork? Leia o texto abaixo e tire suas próprias conclusões. Patchwork Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. A tradução literal de patchwork é "trabalho com retalho". É uma técnica que une tecidos com uma infinidade de formatos variados. O patchwork é a parte superior ou topo do trabalho, já o trabalho completo é o acolchoado, formado pelo topo mais a manta acrílica e o tecido fundo, tudo preso por uma técnica conhecida como quilting ou acolchoamento. HISTÓRICO Existem registros históricos de que o homem faz acolchoados desde que aprendeu a tecer. No século IX a.C., os faraós já usavam roupas com técnicas similares. Existe uma versão de que esta técnica foi levada por comerciantes para o antigo Oriente, depois viajou para a atual Alemanha, até que chegou à Inglaterra no século XI, sendo utilizada para fazer tapetes e túnicas clericais. Mas os primeiros tapetes e acolchoados surgiram somente no século XVI, época de Henrique VIII, e costumavam ser presentes de casamento muito admirados. Os cavaleiros da Idade Média também usavam acolchoados como proteção, embaixo da armadura de metal. Em meados do século XVII, a arte de quiltar chegou às Américas, mais especificamente aos Estados Unidos e Canadá. Trazida pelos colonizadores, era comum ver colchas feitas de linho ou lã, em panos inteiros ou a partir de medalhões centrais e bordas, que permitiam o aproveitamento total de retalhos, já que tecidos eram considerados preciosidade, assim como linhas e agulhas (que eram passadas de mãe para filha). As técnicas eram transmitidas pelas mães e avós para suas descendentes, assim surgiram muitas tradições relacionadas a tecidos, cores e desenhos. Uma tradição de meados de 1800 pedia que a moça fizesse doze colchas antes de poder casar, sendo que a última deveria utilizar os blocos Double Wedding Ring (dois anéis de casamento entrelaçados). Durante a Guerra da Independência dos EUA, apareceram muitas colchas com motivos patrióticos e símbolos relacionados à revolução. A partir de 1795, apareceram os blocos de patchwork e as bordas "despedaçadas", mas ainda em torno de um medalhão central. Em 1800, no início da época dos pioneiros, surgiram os blocos Nine Patch (nove retalhos) e Grandmother's Basket (cesta da vovó). Em 1806, começaram a trabalhar as colchas totalmente em blocos, no que passou a ser conhecido como padrão de cadeia irlandesa. Em 1851, a invenção da máquina de costura caseira foi patenteada, o que trouxe muitas novidades. Com isso, apareceram mais blocos, como Dresden Plate (prato de Dresden ou margarida), Texas Star (estrela do Texas), Grandmother's Flowers Garden (jardim das flores da vovó), Bear's Paw (pata de urso), Schoolhouse (escola) e muitos mais. A agilidade na execução aumentou e começaram a surgir revistas especializadas em moldes e padrões. O estouro da Bolsa de Valores dos Estados Unidos causou a Grande Depressão, que durou de 1929 a 1939, fazendo com que as quilteiras precisassem aproveitar todo e qualquer tecido disponível, usando formatos como o Apple Core (miolo de maçã) e os triângulos, que permitiam aproveitamento total dos tecidos. Nessa época surgiram os equipamentos para aplicação e a bonequinha Sunbonnet Sue (Sue com chapéu de sol). Trabalho em patchwork A revolução trazida pela Segunda Guerra Mundial e pela liberação feminina, na década de 1960, desvalorizaram um pouco a tradição do patchwork. Porém, em 1979, a empresa Olfa lançou um sistema inventado pelo Sr. Y. Okada, que utilizava um cortador rotatório, uma placa de base (para não deixar a lâmina perder o fio) e réguas com marcações, permitindo corte mais rápido e com precisão. Era para facilitar o corte da seda, mas adaptava-se tanto ao patchwork, que revolucionou e agilizou o mundo do patchwork. Desde então, houve o crescimento no interesse por essa arte. Nos Estados Unidos, é um mercado que movimenta mais de dois bilhões de dólares estadunidenses. Encontram-se quilteiras no mundo inteiro, incluindo o Brasil, Japão, Canadá, Inglaterra, Alemanha, França, Espanha, Dinamarca e muitos outros países. Grandes indústrias têxteis desenvolvem anualmente tecidos especiais para o patchwork, assim como existem revistas, materiais e ferramentas que visam facilitar o trabalho. Os festivais promovem cada vez mais esta arte, que também pode ser considerada uma excelente diversão. A cor é o elemento que mais chama a atenção numa peça de patchwork. O conhecimento da cor é uma boa base para obter ótimos resultados. Saber combinar as cores e os tons e conseguir uma harmonia entre eles, é um grande passo para quem deseja fazer um bom trabalho em patchwork."  (http://www.retalhomania.com)
 Boas leituras

quarta-feira, 11 de julho de 2012

FIA 2012

Como já vem sendo habitual, as associadas da região norte de Portugal juntam-se e vão visitar a Feira Internacional de Artesanato de Lisboa. Desta vez o grupo foi de comboio. Fica aqui o registo de algumas imagens. O convivio entre pessoas que tem os mesmos interesses tem permitido passar bons momentos. E como também gostamos muito de doces, aqui fica algumas fotos desta técnica.

FIA 2012

FIA 2012

FIA 2012

FIA 2012

FIA 2012

segunda-feira, 11 de junho de 2012

2ª JORNADA DA AMIZADE

A 2ª jornada da amizade da APP foi repleta de cor e alegria apesar do dia estar cinzento e chuvoso no exterior. Este segundo encontro foi realizado com o objectivo principal de entregar ao museu/FACE em Espinho um painel alusivo a esta cidade voltada para o oceano Atlântico. Este museu recebeu-nos de forma tão acolhedora no nosso primeiro encontro que quisemos expressar o nosso agradecimento da forma que melhor sabemos: Fizemos um painel em Patchwork todo unido e acolchoado à mão, utilizando as mais diversas técnicas. Os tecidos foram "doados" pela empresa "Coats" que nos permitiu elaborar este trabalho praticamente sem custos para a Associação e para as participantes da 1ª Jornada da Amizade da APP. De seguida todas as participantes foram convidadas a fazer um porta-moedas à mão, para seu uso pessoal. Durante o encontro não faltou o convívio entre conhecidas e desconhecidas que têm em comum uma grande paixão pelos tecidos e pelos labores manuais. Tivemos o prazer de conhecer pessoalmente a sócia com mais idade da associação, que nos mostrou com o seu à vontade e boa disposição que nunca é tarde para descobrirmos esta arte. A D. Dulce, de 84 anos, veio de Lisboa para nos presentear com a sua companhia e incentivar-nos a divulgar o Patchwork em Portugal. De seguida mostramos algumas fotos. Desde já pedimos desculpa pela qualidade de algumas fotos mas a fotografa era amadora e promete fazer melhor para a próxima oportunidade. Ficamos a aguardar comentários e ideias para a próxima jornada. A todos os que tem permitido estes encontros o nosso muito obrigado.
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